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135 anos do bairro Pirituba

Foto: O popular Mercado Municipal de Pirituba.

Pirituba nasceu do desmembramento da grande Fazenda do Anastácio. Seu nome vem do tupi-guarani e significa “vegetação de brejo”. No local havia uma grande lagoa que levava esse nome. As primeiras referências a Pirituba datam do século VVII, quando se registrou a compra do sítio nas imediações da Freguesia do Ó. Essas terras também passaram pelas finas mãos da famosa marquesa de Santos, a preferida do imperador dom Pedro I.

Em 1885, chegaram à região os trilhos da ferrovia que ligava o interior do estado à capital, levando imigrantes e trazendo café. Claro onde havia uma estação de trem havia uma vila. O crescimento foi inevitável.

A partir de 1940, muitas vilas foram surgindo desordenadamente pela região. E assim nasceram o Jardim Regina, o Jardim Líbano e o Jardim Santo Mônica.

A Companhia City, responsável pelo nascimento de mais de uma dezena de bairros de primeira classe, como o pioneiro Jardim América, comprou a área e a loteou nos anos 1910. Com o loteamento vieram mais moradores e indústrias. O progresso rápido e desenfreado impediu a urbanização ordenada que vinha acontecendo na região e foi se perdendo o controle do crescimento.

A área pertencia à Freguesia do Ó foi oficializada distrito de paz em 1935, e em 1038 passou a subdistrito. Com a decadência do café o bairro estagnou. Por volta de 1950 o local não tinha água nem luz elétrica. Foi somente na década de 1960 que o progresso resolveu voltar a região. Apesar da distancia do centro, Pirituba é hoje um bairro de classe média.

Fonte: São Paulo: 450 bairros, 450 anos / Levino Ponciano. São Paulo: Editora Senac São PAULO, 2004.

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