SMS apresenta campanha de prevenção ao HIV/Aids

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SMS apresenta campanha de prevenção ao HIV/Aids

A prevenção ao vírus HIV continua sendo de suma importância para a diminuição de casos de AIDS. Em casa da camisinha estourar ou não ter havido o seu uso durante a relação sexual, existe um método preventivo chamado Profilaxia Pós-Exposição (PEP). Trata-se do uso de uma medicação diária, por 28 dias seguidos, para evitar a infecção. Mas tem um detalhe: para fazer efeito, a PEP deve ser iniciada em até 72h depois da exposição de risco ao vírus, de preferência logo nas duas primeiras horas.

Apesar dessa forma de prevenção ao HIV já estar à disposição da população gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) há cerca de 10 anos, muitas pessoas ainda desconhecem a PEP.

Para ampliar a divulgação da profilaxia, o Programa Municipal de DST/Aids (PM DST/Aids), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, lança nessa semana uma campanha publicitária orgânica nos perfis oficiais das redes sociais (FacebookTwitter e Instagram) desenvolvida por alunos do último ano do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Metodista de São Paulo voluntariamente.

A campanha e as peças criadas irão circular ao longo da semana (2 a 6/09).
O foco é o público jovem, entre 15 e 29 anos, que em 2017 concentrou mais da metade das novas infecções de HIV na capital paulista.  A escolha dessa semana não é à toa. Na próxima sexta-feira (06) é o dia do sexo e a ideia é justamente informar a população que a camisinha ainda é o método mais simples e eficaz de prevenção, mas caso alguma situação de risco aconteça, há a profilaxia para evitar a infecção do HIV.

Sobre a PEP

Na cidade de São Paulo, a PEP pode ser encontrada nos serviços da Rede Municipal Especializada em DSTs/Aids, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, bem como em unidades de saúde abertas 24h, como Pronto-Socorros (PS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Os endereços estão disponíveis no site do PM DST/Aids.

Importante: Vale lembrar que ter o HIV não é a mesma coisa que ter aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. Para mais informações e esclarecimentos, acesse este link.

Fonte: Prefeitura de São Paulo.

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