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Saiba mais sobre a 22ª campanha de vacinação contra Influenza

Nesta quarta-feira inicia-se a 22ª campanha de vacinação contra Influenza no município de São Paulo. A vacina que estará disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) protege contra três subtipos do vírus da gripe (H1N1, H3N2 e Influenza B) e será destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, compostos por pessoas mais propensas a desenvolver complicações causadas pelo vírus influenza.

A campanha acontece anualmente, pois a proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano e a dose é oferecida nos meses que antecedem o inverno, quando a circulação do vírus é mais intensa. Em 2018, a cobertura entre os chamados grupos elegíveis foi de 81,5%. A meta é chegar a 90% de adesão.

A campanha de 2019 será realizada por etapas, assim como ocorreu em anos anteriores:

  • De 10 a 19 de abril, a vacina será aplicada em gestantes, puérperas (mulheres que deram a luz até 45 dias após o parto) e crianças de 6 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias de idade;
  • De 22 de abril até 31 de maio (data prevista para o término da ação), serão incluídos os demais grupos: trabalhadores da área de saúde, povos indígenas, pessoas com 60 anos ou mais de idade, pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais, professores (escolas públicas e privadas), adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional. Durante todo o período da campanha, ocorrerá a atualização da caderneta de vacinação de crianças, gestantes e puérperas.

Para se vacinar, é preciso levar documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação e cartão SUS até a unidade mais próxima. Os profissionais de saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis meses ou prescrição médica.

Para pessoas que já tiveram alergia grave em doses anteriores ou a algum componente da vacina, recomenda-se realizar avaliação médica criteriosa sobre risco-benefício da vacina antes da administração de uma nova dose. Pessoas com febre alta recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro.

Fonte: Prefeitura de São Paulo.

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