Em meados do século XIX, um sítio na margem do rio Tietê levava o nome da Casa Verde, e o nome passou para o bairro que ai se formou. O sitio era propriedade de José Arouche de Toledo Rendon, que cuidava de suas sete irmãs solteiras, moradoras de uma casa com janelas verdes na esquina da rua do Rosário com o beco do Colégio. Elas eram conhecidas como as meninas da Casa Verde. A família passava os fins de semana no sítio e acabaram levando o apelido para a propriedade. O povo logo se acostumou a usar o lugar como referência: "perto do sítio das meninas da casa verde", "passando a Casa Verde", etc. O nome pegou e nunca mais saiu.
Nos primeiros anos da vila paulistana havia uma fazenda depois repartida em sítios e chácaras, pertencentes ao lendário Amador Bueno e sua esposa, dona Bernarda Luís Camacho. As ricas terras abrigaram grandes trigais nos anos de 1600, e em outros tempos receberam imensas plantações de chá e de café.
No decorrer dos tempos uma grande parte dessas terras ficou com os Rendon, até que, em 1857, a área foi comprada por Francisco Antônio Baruel (pai do famoso farmacêutico). Em seguida foi adquirida pelo tenente coronel Fidélis Nepomuceno Prates.

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